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A equipe conseguiu imprimir em 3D uma estrutura de treliça complexa e porosa que poderá ser usada no desenvolvimento de dispositivos capazes de imitar tecidos biológicos e estruturas similares. A ideia é que a partir disso seja possível o desenvolvimento de implantes biomédicos e até de equipamento de segurança mais eficazes, como o capacete. Líder do estudo, Chris Yakacki cogita até a possibilidade de usar essas peças em cirurgias na coluna vertebral. “As pessoas tentaram fazer discos sintéticos de tecido espinhal e não fizeram um bom trabalho. Com a impressão 3D e a alta resolução obtida, é possível combinar características semelhantes à anatomia de uma pessoa”, diz.
Fonte: Correio Braziliense