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A Decathlon também fez o intermédio de médicos e engenheiros e a ONG, visando transformar as máscaras em respiradores. A partir daí, a EDS montou um grupo voluntário, conta Victor Souza, voluntário da ONG responsável pelo projeto. Contou com a ajuda do Centro de Tecnologia e Inovação Renato Archer, do IPT (Instituto de Pesquisa de Tecnologia de São Paulo) e da empresa Owntec. Primeiro, replicaram o projeto do italiano: no lugar de um snorkel, posicionado no topo da máscara, colocaram uma peça impressa em 3D que se conecta aos ventiladores pulmonares. Depois criaram um segundo modelo, em que há também uma saída na frente da máscara, para que os pacientes possam ingerir medicamentos por meio de nebulizadores ou inaladores.
Vale lembrar que a máscara funciona quando o paciente precisa de ventilação não invasiva, não substitui a intubação.
Os brasileiros aprimoraram o equipamento para que não vazasse vírus para o ambiente e ele está sendo usado, permitindo que alguns pacientes não cheguem a precisar de intubação.
De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil possui pouco mais de 65 mil destes equipamentos —a maioria deles, 46,6 mil, estão disponíveis no SUS. As primeiras remessas das máscaras foram direcionadas a hospitais do Norte e Nordeste, onde a infraestrutura hospitalar é mais precária.
Fonte: UOL
Créditos da imagem: Divulgação/ONG EDS.